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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Concepção de deficiencia

Concepção de deficiência e de necessidades educativas especiais

Para conseguirmos distinguir as causas de tais necessidades, teremos de averiguar qual a natureza da necessidade, isto é, se é esporádica ou é permanente e se são ligeiras, médias ou profundas.

Para um aluno ter necessidades educativas é motivo de uma diferença para menos relativamente aos restantes membros da turma, diferença essa cada dia acentuada pela desvalorização de que é alvo. Em geral estes alunos são pouco solicitados para trabalhos de grupo ou brincadeiras, pela sua falta de destreza, o que os leva a não demostrarem e a não desenvolverem as suas possíveis aptidões.

Quando nasce uma criança deficiente, as pessoas tendem a mudar os seus comportamento, tornando a entrada na escola uma das situações mais difíceis para estas crianças. Daí a importância de a entrada na escola ser prevista o mais cedo possível.

Outro período crítico é o da adolescência, período no qual os valores sociais e as aspirações se chocam com uma visão de personalidade, de novo abalada e consciencializada pelo eu do deficiente.

Dentro dos estudos sobre a personalidade, os problemas psicológicos dos deficientes que mais têm sido investigados envolvem:

X problemas de personalidade;

X limitação da experiência e da exploração corporal psicomotora;

X introversão e frustração;

X ausência de responsabilidade.

A abordagem da problemática da deficiência deve e tem de ser mais positiva em termos de direitos humanos. A intenção de ajudar ou de rejeitar tem um papel fundamental na socialização do indivíduo, daí que a opção seja não alimentar dicotomias: normal/anormal; mas superá-las, avançando com a alternativa das necessidades individuais, ou melhor das necessidades educacionais especiais.

Por outro lado temos que:

Os inadaptados são os indivíduos cujas atitudes e comportamentos ficam à margem do seu envolvimento.

Quando se pensa em inadaptados pensa-se mais em normas e em valores sociais, e não em termos de independência funcional.

Por natureza, a inadaptação é uma condição de aprendizagem do deficiente e do não deficiente. A noção de inadaptado parece confusa e muito vaga, serve para tudo e para nada e não esclarece sobre as condições funcionais inerentes ao indivíduo deficiente ou não. Inadaptados somos todos nós, uns mais do que outros, em variadíssimas situações de aprendizagem. Por isso, não podemos confundir crianças inadaptadas com crianças deficientes.

A criança inadaptada pode não ser deficiente e como A. Freud explicou, podemos ter crianças deficientes perfeitamente adaptadas.

A criança deficiente envolve um aspecto biomédico enquanto que a criança inadaptada reflecte um aspecto social.

A definição de "criança deficiente" aceitada internacionalmente, e que foi aprovada pelo Council of Exceptional Children (CEC) no I Congresso Mundial sobre o futuro da educação especial, é o seguinte:

A criança deficiente é a criança que se desvia da média ou da criança normal em: características mentais, aptidões sensoriais, características neuromusculares e corporais, comportamento emocional e social, aptidões de comunicação e múltiplas deficiências, até ao ponto de justificar e requerer a modificação das práticas educacionais ou a criação de serviços de educação especial no sentido de desenvolver ao máximo as suas capacidades.

A partir desta definição, temos de estruturar um critério para distinguir crianças deficientes de crianças não deficientes e crianças com ou sem dificuldades de aprendizagem. A criança com dificuldades de aprendizagem não é deficiente. Na criança com dificuldades de aprendizagem verifica-se um perfil motor adequado, uma inteligência média, uma adequada visão e audição, em conjunto com um ajustamento sócio-emocional.

Desta base surge a necessidade de materializar a tendência mais actual da integração do deficiente, conferindo-lhe as mesmas condições de realização e de aprendizagem sócio-cultural, independentemente das condições limitações ou dificuldades que o ser humano manifeste.

O direito à igualdade de oportunidades educacionais é o resultado de uma luta histórica dos militantes dos direitos humanos, luta que implica a obrigatoriedade de o estado garantir gratuitamente unidades de ensino para todas as crianças quer sejam ou não deficientes.



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CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM

Lei 9.394/94: As 10 concepções de aprendizagem

Na Lei da Educação, são muitas as acepções de aprender que podemos depreender a partir da leitura de seus dispositivos legais referente à educação escolar.

Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), promulgada em 1996, é uma lei emanada do Congresso Nacional. Como lei 9.394/96, deve ser cumprida e respeitada. No entanto, para os educadores, deve ser tomada, também, como uma espécie de livro sagrado e, sendo assim, reverenciada.

Na Lei da Educação, são muitas as acepções de aprender que podemos depreender a partir da leitura de seus dispositivos legais referentes à educação escolar.

São estes princípios, indicados abaixo, um importante exemplário de conduta para diretores, professores, pais e alunos e, por isso mesmo, devem nortear, à guisa de um decálogo da boa aprendizagem, às práticas escolares:

A liberdade de aprender como principio de ensino (Inciso II, art. 3º, LDB): cabe ao educador a tarefa de, no âmbito da instituição escolar, ensinar a aprender, mas respeitar, como princípio, a liberdade de aprender. Só se aprende a aprender, papel fundamental da escola, na sociedade do conhecimento, com espírito de liberalidade, com espírito de liberdade de perceber, conhecer e aprender a ver o mundo com os olhos de um ser livre. Ensinar só tem sentido, no meio escolar, quando a liberdade é guia para a ação de aprender.

A garantia de padrões mínimos de qualidade de ensino para desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. (Inciso IX, art. 4º, LDB): cabe ao poder público, através dos governos; às famílias, através dos pais e responsáveis e à sociedade, como um todo, ofertar um ensino de qualidade. A qualidade de ensino só pode ser medida sob enfoque da aprendizagem. Não há qualidade de ensino quando o aluno deixa de aprender. Não há aprendizagem sem a garantia, a priori, de que as condições objetivas de aprendizagem estão hoje e serão permanentemente asseguradas: dinheiro direto na escola e gestão democrática de ensino

O zelo pela aprendizagem dos alunos como incumbência dos docentes (Inciso III, art. 13, LDB ): aos docentes, o zelo pela aprendizagem do ensino é, antes de tudo, uma questão de compromisso profissional, ético, e resulta de uma atitude deontológica e ontológica perante seu papel educador na sociedade do conhecimento. Quando o aluno deixa de aprender, por imperícia ou incapacidade pedagógica, a escola perde o sentido de existir. Os alunos vão à escola para aprender a aprender, formar as bases de sua cidadania, para um exercício de co-cidadania, a partir do conhecimento do mundo e dos valores da sociedade.

A Flexibilidade para organização da educação básica para atender interesse do processo de aprendizagem (art. 23, LDB): À escola cabe a tarefa de patrocinar todas as formas eficazes de aprendizagem. O que interessa aos pais e agentes educacionais é a aprendizagem dos alunos. Se for preciso, deve a escola desmontar a estrutura antiga, mesmo que tenha sido a melhor referência educacional no século anterior. O importante é a escola fazer funcionar o ensino que garanta a aprendizagem dos alunos. A sociedade do conhecimento não se fossiliza mais em modelos, em paradigmas acabados: o paradigma novo, no meio escolar, é o devir, é a mudança constante.

A verificação do aprendizado como critério para avanço nos cursos e nas séries (item c, inciso V, art. 24, LDB): Quem aprende a aprender, isto é, passou a ser capaz de aprender com a orientação docente, deve ser incentivado a ir adiante e, seu tempo escolar, deve ser, pois aligeirado ou abreviado. A escola não pode ficar, com o aluno, mais de uma década, engessando seu andar, seu pensar, seu aprender. A escola é meio. A escola não é fim. O fim da escola é a sociedade. O fim da sociedade é humanidade, com toda carga semântica que esta palavra sugere no tempo e no espaço. O fim escolar, pois, é estar bem em convivência, em sociedade. Assim, a aprendizagem vem da interação. O que a escola deve ensinar é a estratégia de interagir, de aprender na socialização de idéias e opiniões, para que o aluno, desde cedo, se prepare para ação no meio social. É a vida social a verdadeira escola de tempo integral.

O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo, como estratégia para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso I, art. 32, LDB): Ninguém nasce aprendiz, embora todo ser nasça para aprender. A capacidade de aprender deve ser, pois, desenvolvida nos primeiros anos escolares. Para tanto, devem ser definidas, desde logo, nas escolas, as estratégias de aprendizagem que priorizem a leitura, a escrita e o cálculo. O que fazemos na sociedade do conhecimento depende unicamente da leitura, escrita e o cálculo. Por isso, deveriam ser as três únicas disciplinas do currículo escolar. A escola não deve se ocupar de domesticar, isto é, passar a ser, coadjuvante, de um aparelho ideológico do Estado ou da sociedade política, de natureza coercitiva, assim como, historicamente, vem procedendo a Igreja e a Justiça. A escola deve unicamente preparar seus alunos para a vida em sociedade, para a prosperidade material e comunhão entre os homens.

O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso III, ar. 32, LDB): cabe à escola desenvolver estratégias para fortalecer a memória de longo prazo (MLP) dos educandos. A aprendizagem é o assegurar de informações e conhecimentos, por parte do educando, no seu “estoque de informação na memória”. Quem memoriza, pensa mais. Quem pensa mais, aprende mais. Quem aprende mais, emancipa-se mais cedo. O homem só aprende quando é capaz de manipular o que produz, os objetos, as mercadorias e as máquinas. Uma criança que depende de uma simples máquina de calcular para saber quanto é 2 + 2, ou 2 X 2 ou 2 X 9 ou 2 X 2,897 não está preparada para resolver, no mundo, de cabeça, soluções domésticas, cotidianas, imediatas, em interação com outro, que exigem, em ação rápida, uma decisão pronta, às vezes, uma questão de valor para a vida social. Aprender é espécie de gol de placa quando a bola não cai no pé mas na cabeça.

A adoção no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem,. (§ 2º, art. 32, LDB): cabe à escola criar as condições de aprendizagem, através de oferta das mais diversas e criativas formas de aprender, e não temer que seja avaliada por métodos inovadores, antigos, ou tradicionais. Por isso, a escola, pensando e agindo bem, fazendo com que seu aluno sempre venha a progredir, deve constantemente atualizar ou mudar seu ritmo de acesso aos saberes, e assim, seus docentes, devem estar atentos para as formas de avaliação que vão se desenhando nas instituições educacionais, não como forma de controle pedagógica, mas como forma de verificar se estar valendo a pena a mudança ou a alteração dos modelos novos instaurados no meio escolar. Mudar é preciso para a garantia da ação de aprender.

A garantia às comunidades indígenas da utilização, no ensino fundamental, de processos próprios de aprendizagem. (§ 3º, art. 32, LDB): aos índios e a todos os representantes das minorias, incluindo os pobres e negros, devem ter assegurados critérios justos de avaliação pedagógica. Devemos tratar igualmente a todos por suas diferenças. Isso requer mais trabalho, maior suor dos docentes, mas cumpre um papel importante de eqüidade na sociedade de classes. Quem respeita as minorias, transforma a escola em excelência de eqüidade.

A continuidade do aprender como finalidade do ensino médio para o trabalho e a cidadania do educando (inciso II, art. 35, LDB): quando concluímos a educação básica, devemos ser estimulados a seguir a caminhada rumo à Universidade, instância da educação superior. Lá, somos realfabetizados e descobrimos que aprender é um continuum: aprender é um processo que se dá, inicialmente, no meio escolar, mas perdura, por toda vida, na sociedade. Aprender é como beber água: é bom demais.
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CONCEPÇÃO DE CURRICULO:

CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO

A composição do conjunto de atividades curriculares do curso considera, em princípio, duas situações: a de que, por tratar-se de um curso novo, há espaço para conceber uma matriz diferenciada de formação, que supere algumas características que se vêm cristalizando nos cursos de Letras, e ainda a possibilidade de contemplar-se o sopro inovador presente nas disposições mais recentes do CNE, especialmente as disposições da Resolução CNE/CP de 01/02/2002.

Desse modo, foram contempladas, na composição curricular apresentada, as seguintes questões:

Acolhimento da diversidade
Em se tratando da formação de um profissional da área de Letras, a questão da diversidade atinge duas vertentes: a diversidade cultural brasileira e, dentro dela, a diversidade lingüística. Desse modo, a Lingüística, a Língua Portuguesa, a Cultura Brasileira, a Língua Inglesa e as Literaturas Anglófonas, notadamente as pós-coloniais, são componentes curriculares que acolhem o trato de temas como: a oralidade e a escrita como modalidades que multiplicam as possibilidades de criação comunicativa, a variedade dialetal brasileira em seus aspectos sociolingüísticos, as especificidades da cultura brasileira com os debates atuais sobre etnia e gênero e temas relevantes da cultura brasileira e das culturas no âmbito da anglofonia.

Desenvolvimento do espírito de equipe e reflexividade crítica
O trabalho de prática e estágio contempla metodologias que supõem reflexão individual compartilhada com o grupo, favorecendo ”a reflexividade crítica e emancipatória sobre a prática cotidiana como principal aporte da presente proposta de trabalho” (Programa de Formação para Professores, SEC-BA 2003:10).

Avaliação como parte integrante do processo de formação
Além dos espaços internos de cada componente curricular, onde a avaliação do processo deve ser uma constante, a participação coletiva de docentes e discentes visa à imersão em processos de avaliação contínua, com reflexos evidentes na compreensão da avaliação como atividade e atitude permanente necessárias ao professor que se pretende formar.

Vivência de valores inspiradores de uma sociedade democrática
No âmbito específico de vários componentes curriculares, dá-se ênfase à questão dos valores democráticos. Entretanto, é na ambiência universitária e no processo de avaliação que essa vivência se tornará efetiva.

Para isso, o aluno deverá receber uma formação que propicie:

Compreensão da linguagem como fenômeno histórico, social, cultural, político e ideológico;
Compreensão das teorias lingüísticas e literárias;
Compreensão do papel do professor no Ensino Fundamental e Médio;
Domínio do uso da língua inglesa nas suas modalidades oral e escrita;
Compromisso com a ética e a responsabilidade social;
Capacidade de empreender uma busca permanente no desenvolvimento profissional;
Conhecimento das estruturas lingüísticas e seus usos em contextos variados, com competência para a produção e compreensão de textos orais e escritos na língua inglesa;
Correlação entre as transformações sócio-históricas e as mudanças lingüísticas e estabelecimento da relação entre língua, cultura e sociedade;
Reflexão acerca dos diversos gêneros textuais e literários com indicação das características estruturais que os definem e os distinguem;
Compreensão do processo de elaboração do texto literário, estabelecendo a conexão entre a literatura e os acontecimentos étnico-raciais, sociais, históricos, políticos e culturais;
Habilidade em tradução, tendo em vista correspondência semântica, sintática, pragmática e estilística na transposição do texto da língua inglesa para a língua materna;
Análise comparativa, envolvendo os níveis morfossintáticos, semânticos, estilísticos e pragmáticos entre a língua inglesa e a língua materna;
Competência para o exercício do magistério, com domínio de metodologias e teorias adequadas acerca do processo de ensino-aprendizagem, com capacidade para resolução de problemas, promoção de alternativas educacionais em seu meio profissional e avaliação permanente do desempenho dos alunos, da instituição e do seu próprio trabalho;
Utilização das tecnologias disponíveis como recursos básicos para viabilizar a aprendizagem;
Promoção das relações interpessoais, valorizando o sentimento de humanidade e as ações sociais, pacíficas e solidárias, com ênfase no trabalho coletivo.
DIMENSÕES E EIXOS CURRICULARES
Conforme prevê a legislação atual para a composição de currículos de licenciaturas, o que se propõe neste projeto engloba vários eixos temáticos que direcionam os tópicos a serem desenvolvidos e se complementam na sua execução. Para um curso de Letras dois grandes eixos constituem a base que norteia o desenvolvimento de temas específicos. A eles acoplam-se dois outros eixos menores, em princípio, mas indispensáveis à formação do profissional da educação. Os dois eixos maiores referidos são: o Eixo Lingüístico e o Eixo Literário, os quais reúnem a maior carga horária e o maior número de componentes. O Eixo Pedagógico e o Eixo de Atividades Complementares, referidos como eixos menores, exercem papéis de relevante dimensão por constituírem-se em articuladores. Portanto, não há porque pensar-se em subestimar a importância, para o currículo, de um ou de outro eixo. A importância de cada eixo temático não é medida pelo tempo dedicado ao desdobramento das atividades, mas pela forma em que cada um deles insere-se no outro no cumprimento dos objetivos do curso. Tem-se, assim, a dimensão exata do papel de cada eixo e de seus componentes curriculares.

EIXO LINGÜISTICO
As competências requeridas do profissional de Letras, naturalmente, estão quase todas centradas em treinamento mais acentuado de habilidades envolvendo a linguagem, as teorias lingüísticas, e o domínio da língua materna e/ou estrangeira. Os fundamentos da língua precisam ser completamente analisados com segurança nos seus vários aspectos, principalmente lingüístico, histórico e social. No caso específico da língua estrangeira, conforme já citado anteriormente, exige-se, ao final, que o profissional tenha completo domínio oral e escrito, com fluência e adequação em situações diversificadas de uso. Presume-se, a partir daí, que os principais componentes curriculares, e o maior tempo destinado à pesquisa neste curso devam priorizar o Eixo Lingüístico dada à dimensão que se quer atingir na proposta de formação de um profissional com o perfil desejado. Entende-se, portanto, que o Eixo Lingüístico é o que visa à construção do perfil do profissional da área de Letras, no que diz respeito às matérias de formação específica.

EIXO LITERÁRIO
O Eixo Literário, a exemplo do Eixo Lingüístico, volta-se também para a discussão de temas considerados mais relevantes para a pesquisa e desenvolvimento de trabalhos inéditos. Devem ser tratados e problematizados tópicos significativos da constituição da realidade social e cultural brasileira ou de fora do Brasil, noções de identidade nacional, diversidade étnica e cultural, localismo e universalismo. São temas que perfeitamente podem ser analisados criticamente em exemplares de língua portuguesa e/ou inglesa, tanto em textos canônicos bem como em textos produzidos à margem da cultura erudita. Podem se discutidos valores e representações sociais produzidos não só pelas culturas hegemônicas mas também pelas culturas periféricas. A discussão dos temas considera também a literatura numa perspectiva estética e cultural, como uma atividade histórica e socialmente construída em constante diálogo com produções artísticas e culturais diversas. O estudo dos tópicos diversos necessita dos aportes do campo da teoria e da crítica literária indispensáveis para a compreensão da própria literatura como um fato social e cultural.

EIXO PEDAGÓGICO
O Eixo Pedagógico pode ser considerado de menor dimensão mas não de menor importância. Tudo o que é visto, no que se refere a conteúdos de formação específica, não teria aplicabilidade se não houvesse os meios para tornar as teorias e as práticas úteis na construção do perfil para a docência. Faz-se, então, necessária a inserção do futuro profissional em ambientes de ensino/aprendizagem culminando com os estágios que podem, mas não necessariamente, devem ocorrer nos últimos semestres. É o eixo em que, de forma mais concreta, promove-se a discussão de políticas de ensino, estratégias de planejamento do ensino e da avaliação e, principalmente, a preparação para a inserção no contexto escolar.

EIXO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Enfim, o Eixo de Atividades Complementares é o que se encaixa como um elemento de expansão do que é tratado nos demais eixos, e que é desenvolvido de uma forma sem modelo prévio e circunstancialmente variável. Pode-se dizer que se trata de um eixo de integração, ou seja: um eixo que pode ser inserido nos demais, com programação de atividades que dizem respeito, ou tem relação com os temas de todos os eixos. Destacam-se atividades de extensão extracurriculares, não fixadas previamente, voltadas para a reflexão coletiva. As atividades neste eixo, contudo, requerem discussões de temas que envolvem áreas de conhecimento do curso e se voltam para questões emergentes.
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sábado, 2 de outubro de 2010

Lição de casa no fim de semana. Sim, e sem ser chato! Veja dicas para esse momento não ser um drama para seu filho

Fim de semana. Momento de relaxar e curtir o filho. Programar passeios, assistir a filmes, receber os colegas das crianças em casa. Mas, no meio disso tudo, tem a lição de casa esperando na mochila.

E ela não pode - nem deve - ser vista como um drama para a criança. Muito menos como punição. “Os pais não podem falar para a criança: ‘agora você vai fazer a lição porque me desobedeceu”, diz Elaine Conceição Marquezini, coordenadora pedagógica do Colégio Santo Américo.

É claro que você vai ouvir alguma reclamação. Mas os pais têm o papel fundamental para incentivar o filho com as tarefas, ensinando sobre a responsabilidade que ele precisa ter com os estudos e a importância da lição para o seu aprendizado.

E isso deve acontecer desde cedo. Os pais, muitas vezes, pensam que a tarefa pode ser cansativa se a criança for muito pequena. Mas esse hábito desde o início da vida escolar fará toda a diferença quando ela estiver maior.

Confira, a seguir, algumas dicas para a lição de casa não ser um drama nos fins de semana:

- Embora dependa da organização da família, se for possível, combine com seu filho que o sábado de manhã é o momento de realizar a tarefa. Assim, ele ficará com o resto dos dias de folga “livre” para brincar;

- Não deixe seu filho fazer a lição em jejum. Aproveite que não tem a correria dos dias da semana e reúna a família para tomar um gostoso café-da-manhã;

- Proporcione um ambiente favorável. Claridade e organização são fundamentais;

- Não deixe nada competir com o momento do dever. TV, rádio, videogames devem estar desligados. Assim a criança não desvia a atenção e compreende que aquela hora é de estudar;
- Deixe livros disponíveis perto da criança para eventuais consultas. Assim ela não se dispersa ao ter de procurá-los;

- Apóie seu filho. Mas não faça a lição para ele;

- Nunca ofereça nada em troca da lição feita. Ajude-o a compreender que assim como a
organização dos brinquedos, a escola é sua responsabilidade. Depois da tarefa pronta, é hora de combinar os passeios para aproveitar o fim de semana.

Fonte: Elaine Campos Silva, educadora do Colégio Santa Maria

Matéria publicada pela REVISTA CRESCER
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VIII Congresso Brasileiro de Autismo, em João Pessoa – PB.


VIII Congresso Brasileiro de Autismo (28 a 30/10)


Com o tema “Saúde mental e educação especial inclusiva”, acontecerá entre 28 e 30 de outubro o VIII Congresso Brasileiro de Autismo, em João Pessoa – PB.

As inscrições podem ser feitas no link abaixo:
http://www.amapb.com.br/inscricaoonline.php
Mais informações em pelo tel (83) 3045 2980 | 3226 2431
ou pelo e-mail amaparaiba@yahoo.com.br


PROGRAMAÇÃO DO VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE AUTISMO

Dia 28 de outubro de 2010 (quinta-feira)

09:00 – 09:30 Credenciamento
09:30 – 10:00 Apresentação da AMA-PB
Cleomar Martins de Lima (PB)

10:00 – 12:00 MESA REDONDA “POLÍTICAS PÚBLICAS”
Coordenação: Cleomar Martins de Lima (PB)

Políticas Públicas para Pessoas com Autismo
- ABRA: Marisa Furia Silva (SP)
- CONADE: Maria do Carmo Tourinho Ribeiro Vieira (SE)
- Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (DF)
- Ministério da Educação: Educação Especial (DF)
- Ministério da Saúde: Saúde Mental (DF)
- Secretaria Estadual da Educação (PB)
- Secretaria Estadual da Saúde (PB)

12:00 – 14:00 Intervalo para almoço

14:00 – 15:30 DEBATE
MESA REDONDA “POLÍTICAS PÚBLICAS”
Coordenação: Cleomar Martins de Lima (PB)

15:30 – 16:00 Intervalo

16:00 – 17:00 Funções Cognitivas e Comportamentais no Autismo
Luana Passos (PE)

17:00 – 17:30 Apresentação Musical
Thiago de Sandes (CE)

17:30 – 18:30 Solenidade de Abertura

18:30 – 20:30 Coquetel

Dia 29 de outubro de 2010 (sexta-feira)

9:00 – 10:00 Autismo e Sexualidade
Alex Sandro Andrade de Souza (PB)

10:00 – 11:00 Reorganização Neurofuncional
Ana Elizabeth G. Ribeiro de Albuquerque (PB)

11:00 – 12:00 A Pessoa com Autismo na Escola, como facilitar sua adaptação
Victor Eustáquio (PE)

12:00 – 14:00 Intervalo para almoço

14:00 – 15:00 Terapias Combinadas para Pessoas com Autismo
Ivalda Cesarina Gomes (BA)

15:00 – 16:00 Direitos Humanos: Inclusão e Cidadania das Pessoas com Autismo
Vivian Missaglia (RS)

16:00 – 16:30 Intervalo

16:30 – 20:30 MESA REDONDA “AUTISMO E DIREITOS HUMANOS”
Coordenação: Vivian Missaglia (RS)

16:30 – 17:30 Autismo no Brasil, um Grande Desafio!

(Anteprojeto de Lei Federal do Autismo)
Ulisses da Costa Batista (RJ)

17:30 – 18:30 O Papel do Ministério Público na Garantia dos Direitos das Pessoas com Autismo
Silvana Oliveira Almeida (BA)

18:30 – 19:30 A Defensoria Pública e o Acesso à Justiça pela Garantia dos Direitos das Pessoas com Autismo
Patricia Magno (RJ)

19:30 – 20:30 DEBATE MESA REDONDA “AUTISMO E DIREITOS HUMANOS”
Coordenação: Vivian Missaglia (RS)

Dia 30 de outubro de 2010 (sábado)

10:00 – 11:00 Tratamento Psicofarmacológico
Marcelino Bandim (PE)

11:00 – 12:00 Análise Aplicada do Comportamento
João Claudio Todorov (DF)

12:00 – 14:00 Intervalo para almoço

14:00 – 15:00 Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade
José Salomão Schwartzman (SP)

15:00 – 15:30 Intervalo

15:30 – 16:30 Inclusão Escolar: O Privilégio de Conviver com as Diferenças
Adriana Helena Bueno Vieira (MG)

16:30 – 17:30 O Exame da Criança com Autismo: Diagnóstico e Avaliação
Francisco Baptista Assumpção Junior (SP)

18:00 Encerramento

” A inteligência da criança observa amando e não com indiferença, isso é o que faz ver o invisível.” (Maria Montessori)

COMISSÃO ORGANIZADORA
Vivian Missaglia (Inclusive)
Cleomar Martins de Lima (AMA-PB)
Milene Costa (AMA-PB)
Cleonice M. de Lima Coqueijo (UFPB)
Maria José Rangel (UFPB)
Lourdes de Fátima Alves Costa (AMA-PB)
Antônio Luis Ximenes (AMA-PB)
Amires Soares (UFPB)
Gabriela Souza (AMA-PB)
Ítalo Raniere (Design Gráfico)
Yone Regina M. de Souza (Relações Públicas)

AGÊNCIA OFICIAL DE TURISMO

BVTUR Brasil Operadora
Site: www.bvtur.com.br
E-mail: contato@bvtur.com.br
E-mail: reservas@bvtur.com.br
Fone: (83) 3513-7190/ 3513-7191
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