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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Dançar é importante para crianças especiais.

Segundo fisioterapeutas, ajuda a parte motora e emocional das crianças

Plié e grand écart. Esses e outros passos do balé clássico são feitos cada vez mais por crianças deficientes.
Os movimentos precisos auxiliam no desenvolvimento físico dos pequenos. Os benefícios são muitos. "Observamos melhora na locomoção, na postura, no equilíbrio. Eles ficam mais expressivos, superam seus limites", conta a bailarina e fisioterapeuta Fernanda Bianchini, responsável pela Associação de Balé de Cegos, que leva seu nome. Nas turmas em que dá aula, dividem o palco portadores das mais diversas deficiências. "Entretanto, atendemos preferencialmente os cegos". A psicóloga Gabrielle Aires Araújo Polveira desenvolve um trabalho parecido, mas com deficientes físicos, como os que usam cadeira de rodas. De acordo com a professora, que dá aulas na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), o avanço psíquico é nítido. "Eles chegam tímidos, têm dificuldades para realizar os exercícios, afinal, não é fácil assumir as limitações. É uma tomada de consciência. Depois de algumas aulas, sentem-se mais dispostos. Os pais percebem as mudanças dentro de casa", conta.

Cristiane Rogerio, Deborah Kanarek, Malu Echeverria, Mônica Brandão e Patrícia Cerqueira. Colaborou Thais Lazzeri

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